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Vereadores ligam, prefeito não atende

Escrito por Agostinho Alves. Publicado em OPINANDO

Fato. Dois vereadores da base aliada ficaram extremamente chateados com o prefeito José Maria. O motivo é que após tentarem falar com ele, via ligação de celular, com dez tentativas cada um, e não obterem resposta do prefeito, os vereadores se mostraram decepcionados e enraivecidos por terem sido ignorados pelo chefe do Poder Executivo.

Relato assombroso

Em conversa com uma pessoa, aquilo que não imaginaríamos que fosse acontecer nesse governo, se torna realidade: o rancor e a perseguição política declarada, sem vergonha e sem escrúpulos, desdizendo tudo aquilo que era afirmado em comício; “um governo para todos”. Pura balela, mentira, pois as práticas são as mesmas, talvez piores, de benefício de grupo.

Coração odioso

A dita pessoa que conversou comigo, disse que ouviu da boca de um secretário que ele está com “o coração preto de ódio”. “Eu gosto de você, mas você me traiu, você é um bom profissional, mas eu não consigo te perdoar”, concluiu o chefe da pasta, por sinal, trata-se de uma das pessoas que mais criticavam a maldita perseguição praticada incansavelmente pelo ex-prefeito Iran Lima.

É isso mesmo

O governo que se dizia de técnico, está se mostrando o dos despreparados, aloprados, analfabetos e perseguidores.

Arrogante, burro e perseguidor

Como dizia um grande amigo, que a erudição não significa que o indivíduo não tenha capacidade e honestidade, ou seja, não se pode mensurar a honestidade e a competência de um homem pelas palavras escritas e pronunciadas, isto é, se o fulano desconhece a gramática, a ortografia, mas tem boas intenções e quer ajudar, é louvável, porém, se além de despreparado intelectualmente, a pessoa ainda é arrogante, mal intencionada, perseguidora e não entende patavinas do cargo que ocupa, aí a coisa muda de figura.

Ao ataque

A melhor defesa é o melhor ataque. Assim estão sendo instruídos os governistas. A função daqueles que ficam nas redes sociais, é defender, a qualquer custo, o atual governo, mesmo que essa defesa pareça descabida, sem argumento, mas a determinação é que seja defendido com unhas e dentes, como forma de garantir o emprego.

Sem condições de defesa

O problema é que essa defesa pode ser exacerbada, e descambar para o lado da violência verbal ou física, até porque os governista não têm controle das emoções, pelo fato de terem passado a vida inteira criticando e quando são criticados, não sabem entender o processo e já partem para o lado da ameaça.

Muita gente mandando

O governo que muita gente manda, não tem identidade. Não quer as decisões fiquem centralizadas no gestor, mas que o administrador, o chefe, tome ciência de tudo o que se passa, como forma de permitir ou não certas atitudes. O fato é que no Governo Zeca, a exemplo da ex-prefeita Dorinha, tem muita gente cantando de galo mandando e desmandando, fazendo e acontecendo, e o prefeito sentado em sua cadeira, no gabinete, sem saber (ou sabendo) do que se passa.

Processo seletivo viciado

Para quem tanto criticava e reclamava da administração passada, que sem dúvida foi perseguidora, corrupta e favorecedora, agora fica em uma saia justa, ao ver o mesmo acontecer. O exemplo é o processo seletivo da educação, que até agora é o maior símbolo de desrespeito à moral, à ética, aos preceitos legais e uma forma de dizer: “Só entra quem eu quiser”.

No governo passado era assim

O único argumentos que os ‘zequistas’ sabem proferir quando ouvem as críticas é: “Mas na administração passada era assim também”. Tudo bem, era assim, mas aí eu pergunto: “Vocês não foram eleitos para serem diferentes?”

O Acre ajudando em tudo

Custo a entender, talvez por ignorância minha, mas é sério mesmo que estão acreditando que o Acre, que já enfrenta enormes dificuldades de investimento nos seus próprios municípios, vai deixar de assisti-los para olha por Boca do Acre e fazer tudo pelo atual governo, sendo que nosso município pertence a outra unidade da federação.

Inocência ou burrice

É muita inocência ou burrice de quem acredita nisso. Acorda povo, porque o Acre não consegue ajudar nem seus municípios.